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iPhone dobrável é indicado em pistas do iOS 27 beta

As novidades sobre um possível iPhone dobrável estão surgindo em um momento bem interessante para a Apple. A empresa, que busca se manter como uma das líderes globais em tecnologia, está observando concorrentes como Samsung e Huawei, que já têm várias gerações de aparelhos dobráveis no mercado. Se os rumores se confirmarem, esse lançamento poderá ser uma das maiores mudanças de design do iPhone desde seu surgimento em 2007.

Pesquisadores que analisam o código do iOS 27 encontraram pistas que sugerem a existência de um dispositivo com uma dobradiça mecânica. Alguns termos que apareceram, como “foldState” e “mechanicalAngleDegrees”, indicam que o sistema operacional poderia monitorar em tempo real se o aparelho está aberto ou fechado, além de registrar o ângulo exato da dobradiça. Isso seria super útil, já que muitos aplicativos precisam se adaptar automaticamente às mudanças de posição do dispositivo.

Outro detalhe interessante é que o código também menciona um comando para identificar quantos monitores estão ativos no aparelho. Essa funcionalidade sugere que o sistema pode suportar mais de uma tela, algo comum em dispositivos dobráveis modernos. Na prática, isso poderia permitir que diferentes aplicativos funcionassem ao mesmo tempo em áreas distintas da tela, semelhante ao que já vemos em alguns modelos da Samsung.

E não para por aí! As evidências não se limitam ao software. Ferramentas de diagnóstico da Apple também revelaram a presença de componentes que ainda não existem nos modelos atuais do iPhone. Informações de arquivos mencionam um display secundário, sensores extras de luminosidade e configurações específicas para múltiplas telas. Tudo isso fortalece a ideia de que a Apple está desenvolvendo um dispositivo dobrável.

Além dos aspectos de hardware, mudanças no iOS 27 mostram que a Apple está preparando uma experiência de uso mais dinâmica para telas maiores. Aplicativos como Música, Notícias e Clima estão recebendo versões ampliadas de seus widgets, que poderiam ocupar grandes áreas da tela quando o aparelho estiver totalmente aberto, criando uma experiência parecida com a de um tablet.

Em termos de multitarefa, o novo sistema promete melhorias que permitirão ao usuário assistir vídeos enquanto responde mensagens ou navegar na internet enquanto utiliza aplicativos de produtividade. Esses recursos são altamente valorizados em smartphones dobráveis e podem ser um grande atrativo para os futuros usuários da Apple.

Durante apresentações para desenvolvedores, a Apple também destacou a importância da adaptabilidade. Em vez de criar interfaces fixas para tamanhos de tela específicos, os desenvolvedores são incentivados a construir aplicativos que se ajustem automaticamente. Isso pode significar menos problemas de compatibilidade e uma experiência mais harmônica entre iPhone, iPad e, possivelmente, futuros dispositivos.

Outra novidade interessante é a atualização do recurso que permite visualizar e controlar o iPhone diretamente pelo computador. Melhorias para o redimensionamento de janelas foram observadas, o que pode ser uma preparação para diferentes resoluções e formatos que um iPhone dobrável poderia ter.

E então, quanto custará esse iPhone dobrável? As estimativas apontam para um valor inicial próximo a US$ 2 mil, o que, convertido para a moeda brasileira, poderia ultrapassar os R$ 10 mil antes de impostos e taxas. Historicamente, os modelos premium da Apple chegam ao Brasil com preços bem mais altos do que nos Estados Unidos, então é provável que o iPhone dobrável entre na lista dos smartphones mais caros do país.

A entrada da Apple nesse mercado promete aumentar a concorrência, especialmente com empresas como Samsung e Huawei, que já têm uma boa experiência com aparelhos dobráveis. Enquanto isso, a Apple adota uma abordagem mais cautelosa, entrando em novos segmentos quando acredita que a tecnologia está suficientemente madura.

Um dos desafios que esses dispositivos enfrentam é a espessura. Muitos modelos dobráveis ainda são mais grossos do que os convencionais, mas os rumores sugerem que a Apple pode superar esse obstáculo, com uma estrutura fina, em torno de 11,2 milímetros quando fechado. Se isso se confirmar, seria um diferencial importante para quem valoriza design e portabilidade.

Além do iPhone dobrável, a Apple parece estar explorando um ecossistema mais amplo de dispositivos. Há referências a novos AirPods com câmeras, que poderiam ter recursos de reconhecimento de ambientes, e até mesmo a possibilidade de óculos inteligentes, conforme a empresa se aventura mais em tecnologias de realidade aumentada.

As atualizações também indicam que a Apple está focada em integrar recursos avançados de inteligência artificial aos seus dispositivos, promovendo uma evolução no reconhecimento de objetos e na adaptação ao contexto.

Para quem busca novidades no mundo dos smartphones, o iPhone dobrável parece ser uma das apostas mais promissoras da Apple na última década. Ele promete unir a familiaridade do iOS às vantagens de uma tela expansível, oferecendo mais produtividade e novas possibilidades de uso. Mas, claro, o preço elevado e a concorrência já estabelecida serão desafios a serem enfrentados.

Italo Pastorini

Redator interno do portal Direito do Brasileiro.

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